Estrutura subterrânea de 12 m revela a força do novo dique
Prefeitura de Canoas entregou, na última quinta-feira (30), o Muro da Cassol — a primeira peça do sistema de proteção contra enchentes que vai reconstruir áreas críticas do Rio Grande do Sul.
- Em resumo: obra de 100,88 m e estacas de 12 m protege os bairros Fátima e Rio Branco.
- Por que importa: é a primeira intervenção estadual concluída após a enchente histórica.
Primeiro escudo do plano anti-enchentes ganha forma
Com 2 m de largura e cota de proteção a 6,75 m, o muro se encaixa no dique da Rio Branco e abre caminho para novas etapas do projeto. Segundo dados do GZH, Canoas foi uma das cidades mais atingidas pelo último evento extremo de chuvas no Vale do Sinos, o que acelerou a liberação de recursos próprios para a obra.
“É uma estrutura bem sólida para garantir a proteção das famílias”, frisou o prefeito Airton Souza ao entregar a construção.
Próximos passos incluem elevar via principal como dique
O secretário Guido Bamberg confirmou que a avenida Guilherme Schell será transformada em uma segunda barreira física, elevando sua cota para reforçar a defesa regional. Historicamente, Canoas sofre com inundações desde a década de 1940; em 2023, relatórios da Defesa Civil registraram prejuízos superiores a R$ 100 milhões em todo o município. A nova infraestrutura busca evitar repetição desses danos e dar fôlego às famílias que vivem nas margens do Rio dos Sinos.
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Crédito da imagem: Divulgação / Prefeitura de Canoas