Entenda por que a ligação “do banco” pode custar todo o seu saldo
Golpe da falsa central bancária – Nos últimos dias, criminosos vêm explorando o pânico gerado por supostas compras suspeitas para convencer correntistas a revelar senhas ou fazer transferências. Em questão de minutos, as vítimas têm a conta invadida e o dinheiro some via Pix.
- Em resumo: a fraude usa pressão psicológica e número mascarado que imita o SAC do banco.
Farsantes assumem a “voz oficial” do banco
O primeiro passo é uma ligação urgente informando transação estranha. Para aumentar a credibilidade, o número exibido no celular reproduz o telefone da central real. Assim que a pessoa atende, o golpista solicita token, código de SMS ou induz a realizar um Pix “para conta segura”, estratégia detalhada pelo Canaltech.
“Com pressa, medo e tom de autoridade, criminosos conseguem arrancar dados, códigos e até induzir Pix.”
Perdas passam de R$ 2 bilhões e bancos correm para reagir
Dados da Febraban apontam que fraudes eletrônicas movimentaram mais de R$ 2 bilhões em 2023, número 37% maior que no ano anterior. A entidade afirma que nenhuma instituição solicita senhas ou transferências para “contas de segurança”. Entre as contramedidas, estão bloqueio temporário de Pix suspeitos e mensagens de alerta nos aplicativos.
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Crédito da imagem: Divulgação / O Antagonista