Endrick desponta enquanto Neymar vê espaço encolher na Seleção
Carlo Ancelotti – Em menos de um ano no comando, o italiano já chamou 58 atletas diferentes para observar, marca que antecede a convocação final de apenas 26 nomes, prevista para 18 de maio.
- Em resumo: Rotatividade recorde valoriza novatos e põe veteranos sob pressão.
Rotação recorde abre espaço para surpresas
A lista inchada de Ancelotti inclui 17 atacantes, e nomes como Endrick, Igor Thiago e Léo Pereira ganharam moral nos últimos amistosos. Segundo levantamento do GE, nenhum técnico da Seleção havia utilizado tantos jogadores num ciclo tão curto desde 2002.
“Fico satisfeito que os novos jogadores aproveitaram a oportunidade. Obviamente, aumenta a dúvida para a lista definitiva”, avaliou o treinador após a vitória sobre a Croácia, em Orlando.
Como Ancelotti pretende encaixar só 26 peças
O técnico já adiantou a fórmula: três goleiros, nove defensores, cinco meio-campistas e nove atacantes. Para efeito de comparação, Tite empregou 46 atletas no mesmo período antes da Copa de 2022, mostrando que a atual comissão ainda busca equilíbrio entre renovação e experiência.
Além dos amistosos restantes contra Panamá e Egito, o calendário apertado faz com que o desempenho nos clubes pese mais do que nunca. Jogadores que regressam de lesão, caso de Neymar, terão menos tempo para provar condição física, enquanto jovens em alta na Europa podem carimbar o passaporte de última hora.
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Crédito da imagem: Divulgação / Rafael Ribeiro/CBF