Entenda por que potências tradicionais seguem sob ameaça de novo vexame
Itália – A tetracampeã mundial volta a preocupar seus torcedores: a ampliação para 48 vagas não elimina a possibilidade de outro fiasco nas Eliminatórias rumo à Copa do Mundo de 2026.
- Em resumo: Mesmo com mais espaços, o formato mantém disputas acirradas que podem barrar nomes de peso.
Formato ampliado mantém pressão sobre seleções europeias
Com mais países na fase final, a FIFA distribuiu novas vagas, mas a UEFA continua com um funil de mata-matas que já tirou gigantes como a própria Itália em 2018 e 2022. Ao todo, a confederação terá 16 representantes, número que ainda deixa seis campeões mundiais lutando por apenas um terço dos lugares disponíveis no continente.
“Serão 48 seleções na Copa do Mundo de 2026, mas, mesmo assim, muitos craques vão ficar de fora da grande festa do futebol mundial.” – trecho do artigo original
Histórico recente mostra que talento individual não basta
O fracasso italiano não foi caso isolado: em 2022, Egito e Noruega também disseram adeus cedo, apesar de contarem com estrelas valorizadas nos maiores clubes da Europa. O estágio preliminar na África e na América do Sul continua cruel – basta lembrar que Chile e Colômbia ficaram fora de Catar-2022, mesmo com dois lugares extras em relação a 2014.
Além disso, a idade de alguns protagonistas pesa. Se uma seleção perde o ciclo de 2026, craques que hoje brilham nos 25 ou 26 anos chegarão a 30+ em 2030, reduzindo a chance de atuarem em alto nível. A mudança de formato, portanto, amplia o espetáculo, mas não garante palco para todos os artistas.
O que você acha? A expansão realmente democratiza o torneio ou apenas prolonga a tensão nas Eliminatórias? Para mais análises sobre o caminho até 2026, acesse nossa editoria de futebol.
Crédito da imagem: Divulgação / Fifa