Domínio financeiro ressalta poder de fogo do clube parisiense na elite francesa
Paris Saint-Germain – Na última quinta-feira (2), o jornal L’Équipe divulgou o ranking anual de salários da Ligue 1 e revelou um cenário quase monopolizado: dos 30 atletas mais bem pagos do país, 16 defendem o PSG, que abocanhou as 12 primeiras colocações da lista.
- Em resumo: Ousmane Dembélé lidera com €1,5 mi mensais, seguido por Marquinhos e o duo Hakimi/Hernández, todos acima de €1 mi.
Dembélé assume topo; Marquinhos e Hakimi completam pódio
Sem Kylian Mbappé, transferido recentemente, o posto de maior salário da França passou a ser de Ousmane Dembélé. O campeão europeu recebe cerca de €1,5 milhão por mês (R$ 8,9 mi). O capitão Marquinhos vem logo depois, com €1,12 mi, enquanto Achraf Hakimi e Lucas Hernández empatam na terceira posição, recebendo pouco mais de €1,1 mi. Segundo levantamento detalhado pelo GE, essa estrutura salarial coloca o PSG em outro patamar em relação aos rivais domésticos.
Entre os 15 maiores salários, apenas três não vestem a camisa parisiense: Pierre-Emile Höjbjerg e Adrien Rabiot (Olympique de Marselha) e Alexandre Lacazette (Lyon), cada um com €500 mil mensais.
Desigualdade cresce e pressiona rivais no mercado
O domínio financeiro do PSG não é novidade, mas o distanciamento aumentou após a conquista da última Champions League, que rendeu cerca de €140 milhões em premiações e direitos de TV. Para efeito de comparação, o faturamento total do Olympique de Marselha na temporada passada foi inferior a €250 milhões, obrigando o clube a priorizar jovens de baixo custo e vendas estratégicas. Especialistas alertam que a disparidade pode reacender debates sobre fair-play financeiro na França e na UEFA.
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Crédito da imagem: Divulgação / EFE – Filip Singer