Egito atropela Arábia Saudita e anima África para a Copa 2026

mostrandopravoce@gmail.com
3 Leitura mínima
Disclosure: This website may contain affiliate links, which means I may earn a commission if you click on the link and make a purchase. I only recommend products or services that I personally use and believe will add value to my readers. Your support is appreciated!

Sem Salah, Faraós ditam ritmo e sacodem o favoritismo africano

Egito – Na recente data Fifa, os Faraós chocaram o cenário internacional ao aplicar 4 a 0 na Arábia Saudita de Hervé Renard e segurar a Espanha em 0 a 0, mesmo sem Mohamed Salah. O desempenho reposiciona a equipe entre as candidatas a surpreender no Mundial de 2026.

  • Em resumo: goleada histórica e empate estratégico elevam confiança egípcia.

Costa do Marfim e Marrocos mantêm embalo; Tunísia preocupa

A Costa do Marfim manteve a toada positiva: 4 a 0 sobre a Coreia do Sul e 1 a 0 diante da Escócia mostraram a mão de Emerse Faé, que ainda testou o jovem Elye Wahi. Já o Marrocos, agora com Mohamed Ouahbi, empatou com o Equador e bateu o Paraguai, mas ainda busca profundidade tática. A Tunísia, mesmo sob Sabri Lamouchi, voltou a sofrer para criar, vencendo o Haiti por 1 a 0 e empatando sem gols com o Canadá, um alerta para a falta de imaginação no meio-campo, segundo análise do GE.

“Apesar dos resultados, o trabalho ainda é grande; precisamos tornar o jogo mais vertical”, admitiu Ouahbi após a série de amistosos.

Senegal, Argélia e estreantes sentem o peso dos testes finais

A Argélia oscilou de um 7 a 0 sobre a Guatemala a um 0 a 0 sem um único chute contra o Uruguai, mas Vladimir Petkovic gostou da linha com três zagueiros. Senegal optou por rivais medianos (Peru e Gâmbia) e saiu com duas vitórias, mas sem Sadio Mané faltou clareza ofensiva. Cabo Verde, África do Sul e Gana, todas debutantes em Copas ou retornando após longas ausências, encerraram a janela sem vitórias convincentes – no caso ganês, as derrotas para Áustria e Alemanha custaram o cargo de Otto Addo.

Com menos de dois anos para a bola rolar na América do Norte, o continente africano vive um raro equilíbrio: sete dos dez classificados somaram ao menos um triunfo nesta data, e cinco apresentam técnicos recém-chegados. Historicamente, a melhor campanha da África em Mundiais foi o quarto de final de Gana em 2010; a preparação atual indica que o feito pode, enfim, ser superado se a curva de evolução continuar.

O que você acha? Alguma seleção africana chega às semifinais em 2026? Para mais análises, acesse nossa editoria de Futebol.


Crédito da imagem: Divulgação / Icon Sport

Compartilhe este artigo