Ericsson testa redes que se consertam sozinhas e preparam caminho para o 6G

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Automação inteligente transforma operadoras em “piloto automático” digital

Ericsson – na última sexta-feira (3), a companhia detalhou sua arquitetura de redes baseadas em intenção, capaz de configurar, otimizar e corrigir a infraestrutura praticamente sem toque humano, o que pode mudar o dia a dia de quem depende de streaming, jogos on-line ou transações financeiras.

  • Em resumo: IA analisa históricos de tráfego, prevê falhas e ajusta antenas e roteadores sozinha.

Rede decide o “como fazer” usando IA e dados massivos

Em vez de ajustes manuais, o operador apenas declara o objetivo – “manter vídeo 4K estável nesta região”, por exemplo – e a plataforma define a rota ideal, frequência, potência e prioridade de pacotes. Segundo a Ericsson, protótipos rodam com parceiros globais enquanto a publicação TechCrunch aponta a automação de rede como tendência-chave na corrida pelo 6G.

“A intenção é dizer o que a gente precisa e a rede se virar para descobrir e definir o como fazer aquilo”, explica Mateus Santos, líder da Ericsson Research Brasil.

Por que isso importa para o 6G — e para o seu bolso

Consultorias como Gartner estimam que o tráfego global de dados triplicará até 2030. Para suportar esse salto, o próximo padrão 6G deverá operar acima de 100 Gb/s e exigir decisões em microssegundos — tarefa inviável a analistas humanos. A Ericsson cita ainda que seu centro em Indaiatuba já gerou 270 famílias de patentes, reforçando o protagonismo brasileiro no tema. Concorrentes como Nokia e Huawei também correm atrás de soluções semelhantes, sinalizando uma disputa que pode reduzir latência e custos para o usuário final.

O que você acha? A era das “redes invisíveis” vai chegar antes do esperado? Para mais detalhes, acesse nossa editoria de tecnologia.


Crédito da imagem: Divulgação / Ericsson




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