Irã alega destruição total de novo caça F-35 dos EUA em voo secreto

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U.S. Air Force F-35A Lightning II Joint Strike Fighters from the 58th Fighter Squadron, 33rd Fighter Wing, Eglin AFB, Fla. perform an aerial refueling mission with a KC-135 Stratotanker from the 336th Air Refueling Squadron from March ARB, Calif., May 14, 2013 off the coast of Northwest Florida. The 33rd Fighter Wing is a joint graduate flying and maintenance training wing that trains Air Force, Marine, Navy and international partner operators and maintainers of the F-35 Lightning II. (U.S. Air Force photo by Master Sgt. Donald R. Allen/Released)

Segundo ataque reclamado expõe vulnerabilidade e eleva tensão regional

Irã — O governo persa afirmou nesta sexta-feira, 3 de abril de 2026, que derrubou um caça furtivo F-35 norte-americano sobre o centro do país, declarando a aeronave “completamente destruída” e a sobrevivência do piloto “improvável”. Washington, até o momento, mantém silêncio oficial.

  • Em resumo: Teerã sustenta ter abatido o 2º F-35 desde 28 de fevereiro, enquanto os EUA não reconhecem nenhuma perda em combate.

F-35: a joia de US$ 80 bilhões que vira alvo

O Lockheed Martin F-35 Lightning II é o programa militar mais caro da história dos Estados Unidos. Concebido para ser indetectável por radares, o jato custa cerca de US$ 80 milhões por unidade e integra sensores avançados para guerra eletrônica. Segundo análise da Reuters, mesmo pequenos danos podem colocar o aparelho fora de operação por meses.

“A aeronave foi completamente destruída; a probabilidade de resgate do piloto é mínima”, declarou a agência oficial iraniana IRNA, citando fontes militares.

Negação norte-americana e histórico de choques

Na véspera, o Pentágono reiterou que o primeiro F-35 envolvido no conflito apenas realizou um pouso de emergência em 2 de março. O capitão Tim Hawkins, porta-voz do Comando Central, garantiu à CNN que o piloto estava em condição estável, mas não comentou o suposto novo incidente.

Especialistas lembram que o Irã opera sofisticados sistemas S-300 de fabricação russa desde 2016, capazes de rastrear alvos stealth em determinadas frequências. Caso se confirmem dois abates em pouco mais de um mês, cresce a pressão sobre a doutrina aérea dos EUA no Oriente Médio e sobre a cadeia logística de manutenção do F-35, cuja disponibilidade global já gira em torno de 55%.

Escalada diplomática à vista?

Analistas do Instituto Internacional de Estudos Estratégicos apontam que Teerã busca provar capacidade de negação de área, enquanto Washington evita escalar o discurso para não antecipar mudanças táticas. Parlamentares norte-americanos cobram transparência sobre eventuais perdas, temendo impacto no orçamento de Defesa de 2027.

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Crédito da imagem: Divulgação / IRNA





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