Itália sem Copa: Guardiola surge como plano A pós-Gattuso

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Federação corre contra o tempo para anunciar técnico antes de julho

Itália – Com a terceira ausência consecutiva em Copas confirmada, a FIGC oficializou a saída de Gennaro Gattuso e abriu uma corrida relâmpago por um treinador capaz de resgatar o prestígio da Azzurra até as eliminatórias de 2030.

  • Em resumo: Guardiola é o favorito, mas Conte e Allegri surgem como soluções caseiras para a crise.

Guardiola encabeça lista milionária

A imprensa italiana garante que Pep Guardiola, dono de contrato com o Manchester City até 2027, é o grande sonho da federação. Fontes consultadas pela ESPN estimam que o pacote salarial pode ultrapassar 12 milhões de euros anuais, valor sem precedentes para a seleção tetracampeã.

“Com o coração pesado, por não termos atingido o objetivo, considero que meu tempo na seleção chegou ao fim”, despediu-se Gattuso, em nota oficial divulgada pela FIGC.

Crise histórica exige reconstrução até 2030

Ficar fora de 2018, 2022 e 2026 tira da Itália cerca de 200 milhões de dólares em premiações e receitas de marketing, segundo estimativa da consultoria Deloitte. O prejuízo pressiona a eleição presidencial marcada para junho, quando o sucessor de Gabriele Gravina precisará escolher entre o risco financeiro de atrair Guardiola ou a aposta em nomes locais, como Antonio Conte, finalista da Champions de 2023 pelo Napoli, e Massimiliano Allegri, que tenta recolocar o Milan entre os gigantes europeus.

O que você acha? Quem deve assumir a Azzurra para devolver o país às Copas? Para mais análises, acesse nossa editoria de Futebol.


Crédito da imagem: Divulgação / EFE

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