Do terror tático à estratégia em Tetris, descubra pérolas ignoradas
Death Howl – Lançado em 2025, o RPG tático que mistura deck-building e exploração do além encabeça uma lista de joias independentes que quase ninguém jogou, apesar de sua aclamação crítica.
- Em resumo: Sete títulos provam que a ousadia indie preenche lacunas deixadas pelos estúdios AAA.
Criatividade que desafia os blockbusters
Enquanto megaproduções enfrentam orçamentos insustentáveis, estúdios pequenos apostam em mecânicas inéditas. É o caso de Drop Duchy, que funde cartas, roguelike e peças de Tetris, e de Pipistrello and the Cursed Yoyo, metroidvania brasileiro em que um ioiô vira arma e ferramenta de locomoção. Segundo levantamento do Canaltech, mais de 19 mil jogos foram lançados somente no Steam no último ano, sufocando lançamentos sem marketing milionário.
“Keep Driving faz o improvável: transforma uma road trip dos anos 2000 em RPG de gerenciamento, inspirado por Oregon Trail II e FTL.” – Trecho de análise especializada.
Por que agora é a hora de jogar esses títulos
A queda no preço médio dos indies, somada a catálogos de serviços de assinatura, facilita o acesso a experiências curtas e profundas como and Roger (2 h de narrativa emocionante) ou a investigação retro de The Roottrees are Dead. Para quem busca tensão, CARIMARA: Beneath the forlorn limbs entrega terror estilizado em campanha enxuta, mas repleta de reviravoltas. Ao mesmo tempo, selos como o The Game Awards já reconhecem o valor desses projetos – basta lembrar que em 2025 Clair Obscur: Expedition 33 superou gigantes e levou Jogo do Ano.
O que você acha? Qual desses sete indies vai entrar na sua lista de prioridades? Para conhecer outras recomendações de tecnologia e games, acesse nossa editoria especializada.
Crédito da imagem: Divulgação / Canaltech