Conversas secretas, cifras astronômicas e um “não” inevitável
Flamengo iniciou tratativas diretas com o pai de Neymar em pleno auge da insatisfação do craque no Paris Saint-Germain, mas esbarrou em cláusulas que blindavam o contrato do atacante.
- Em resumo: PSG avisou que exerceria renovação automática, inviabilizando o sonho rubro-negro.
Encontro no Copacabana Palace expôs cifras fora da realidade
Marcos Braz relatou que, ainda no comando do futebol, se reuniu com Neymar Pai no icônico hotel carioca. O dirigente tentou estruturar um projeto que não drenasse o caixa do clube, mas descobriu salários bem acima do teto da Série A. À época, o PSG pagara €222 milhões e sinalizava renovar o vínculo, informação também destacada pelo GE.
“É o tipo de contratação que não dava para fazer conta. Precisaríamos de um modelo fora dos cofres do Flamengo”, explicou Braz no programa Fut&Papo.
Fair play financeiro e mercado saudita enterraram a ideia
Além da cláusula francesa, o avanço do Al-Hilal ofereceu valores próximos de R$ 1,6 bilhão por dois anos, algo inalcançável para clubes sul-americanos. Especialistas lembram que a CBF adota limite de 70% da receita com folha salarial, regra que o Fla teria de driblar. Para comparação, o orçamento rubro-negro de 2023, cerca de R$ 1,2 bilhão, seria consumido majoritariamente pelo camisa 10.
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Crédito da imagem: Divulgação / Marcelo Cortes