Atraso de quatro dias pode custar caro ao atacante congolês
Real Betis decidiu aplicar sua rígida política disciplinar nesta terça-feira, 7, depois que Cédric Bakambu retornou com quatro dias de atraso das comemorações pela vaga da República Democrática do Congo na Copa de 2026, lançando alerta para todo o elenco de Manuel Pellegrini.
- Em resumo: multa financeira imediata e queixa formal do Betis à Fifa contra a federação congolesa.
Entenda por que o Betis não abriu exceção
Seguindo o código interno, qualquer ausência não autorizada é punida com desconto salarial proporcional. De acordo com apurou a ESPN, a diretoria avalia que manter a disciplina vale mais que contar com o atacante em campo por alguns minutos.
“Respeitamos as seleções nacionais, mas o compromisso com o clube é prioritário”, enfatizou Ángel Haro, presidente do Betis.
Impacto imediato nas competições europeias
Por causa do atraso, Bakambu ficou fora do 0 a 0 contra o Espanyol pela La Liga e sequer viajou para o jogo de ida das quartas da Europa League diante do Braga, duelo crucial para as finanças do clube. Internamente, teme-se que reincidências afetem a busca por vaga na próxima Champions.
O episódio também reacendeu debate sobre datas Fifa: clubes espanhóis já haviam pressionado a entidade em 2022, quando perderam jogadores africanos durante a Copa das Nações. A nova reclamação conjunta — encabeçada pelo Betis — quer sanções à federação congolesa e prazos mais rígidos para liberação dos atletas.
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Crédito da imagem: Divulgação / Real Betis