Como o astro escapou do estereótipo e virou aposta de grandes franquias
Chris Pratt relembrou, em entrevista recente, a época em que era escalado quase exclusivamente para o papel de “namorado babaca”, rótulo que limitou sua trajetória até o salto para franquias bilionárias.
- Em resumo: Pratt afirma que viveu anos preso a papéis de “par romântico tóxico” antes de estrelar Guardiões da Galáxia e Jurassic World.
‘Namorado babaca’: o rótulo que quase travou a carreira
Durante a conversa, o ator explicou que, no início da década de 2000, audições lhe ofereciam variações do mesmo personagem: o cara que decepciona a protagonista. Segundo ele, isso gerou frustração e medo de jamais conquistar papéis mais complexos. Em entrevista à Rolling Stone, profissionais de casting confirmam que Hollywood tende a “congelar” atores em estereótipos lucrativos.
“Vivi de namorado babaca por muito tempo, era como se meu range terminasse aí”, confessou Pratt.
Da comédia romântica à bilheteria bilionária
O ponto de virada veio quando, aos 34 anos, Pratt perdeu 27 quilos para viver Peter Quill em Guardiões da Galáxia (2014). O filme arrecadou US$ 773 milhões e o transformou em protagonista de ação. Três anos depois, Jurassic World somou outros US$ 1,6 bilhão, consolidando-o como garantia de bilheteria. Analistas do Box Office Mojo apontam que, desde 2014, apenas seis atores geraram mais de US$ 5 bilhões em ingressos — e Pratt está na lista.
O que você acha? Estereótipos ainda sabotam talentos em Hollywood? Para mais reportagens de entretenimento, acesse nossa editoria especializada.
Crédito da imagem: Divulgação / CinePOP