Movimento reforça frente pró-Lula no Estado e redesenha corrida eleitoral
Edegar Pretto — ex-deputado estadual e um dos nomes históricos do PT gaúcho — anunciou, nesta quinta-feira, 9, que não concorrerá mais ao governo do Rio Grande do Sul, declarando apoio imediato à pedetista Juliana Brizola.
- Em resumo: PT prioriza palanque unificado para impulsionar a reeleição de Lula no Estado.
Bastidores: orientação nacional e pressão por unidade
A retirada foi selada na sede do PSB-RS, em Porto Alegre, após recomendação direta da executiva nacional petista. O movimento repete a estratégia vista em outros estados, onde o partido busca minimizar divisões internas para turbinar a campanha de Lula. Como detalhou o portal G1, a sigla mira ampliar a bancada federal e garantir palanques robustos no Sul, região considerada decisiva no segundo turno.
“Nosso principal objetivo é mobilizar o Rio Grande do Sul na reeleição do presidente Lula e apresentar um projeto novo de desenvolvimento”, declarou Pretto durante o anúncio.
Chapa em formação e impacto na sucessão estadual
Os próximos passos indicam que Pretto pode ocupar a vaga de vice na chapa de Juliana Brizola, neta do ex-governador Leonel Brizola e atualmente deputada estadual pelo PDT. Caso a aliança se confirme, o bloco PDT-PT-PSB reeditará a parceria de 2022, quando ficou em segundo lugar com mais de 1,7 milhão de votos. Analistas lembram que Juliana herda o legado brizolista e tende a atrair eleitores trabalhistas, enquanto Pretto agrega o eleitorado petista e a estrutura partidária no interior.
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Crédito da imagem: Divulgação / O Sul