Declaração mira as eleições de 2026 e acirra disputa narrativa entre blocos ideológicos
Flávio Bolsonaro – senador do PL-RJ e pré-candidato ao Planalto – declarou recentemente, no Fórum da Liberdade na PUCRS, que “quem tem problema é a esquerda”, argumentando que a profusão de nomes conservadores na corrida presidencial não indica racha, mas “processo natural de escolha”.
- Em resumo: Senador diz que pulverização de candidatos de direita é estratégia, enquanto vê crise de coesão no campo progressista.
“Não é fragmentação, é seleção”, sustenta o filho 01
De acordo com o parlamentar, múltiplas pré-candidaturas do PL, Novo e Republicanos funcionam como “peneira” para afunilar um nome competitivo contra o governo Lula. Em entrevista a jornalistas após o painel, ele reforçou que a direita aprendeu a “trabalhar em bloco”, citando a bancada de 99 deputados federais eleitos em 2022. A fala ecoa levantamentos que apontam o fortalecimento da base conservadora no Congresso.
“Quem tem problema não é a direita, quem tem problema é a esquerda”, afirmou Flávio Bolsonaro ao público universitário reunido em Porto Alegre.
Tabuleiro político pressiona PT e aliados
Analistas lembram que, nas últimas três disputas presidenciais, a centro-esquerda apresentou candidatura única, enquanto siglas como PSB, PDT e PSOL ensaiaram voos solos sem tirar votos do PT. Agora, a avaliação de Flávio encontra eco em dirigentes do PL que veem rachas internos no campo progressista sobre programas econômicos e alianças regionais, especialmente após a queda de popularidade do governo registrada pelo Datafolha em março.
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Crédito da imagem: Divulgação / Beto Barata