Declaração ocorre em meio a tensões geopolíticas e críticas aos EUA
Lula — Ao comentar o cenário internacional recentemente, o presidente afirmou que o ex-mandatário norte-americano Donald Trump “ameaça todo mundo” e assegurou que o Brasil pretende atuar como mediador em prol da paz.
- Em resumo: Lula classificou Trump como risco global e reiterou que o Palácio do Planalto quer evitar conflitos militares.
Crítica direta aos EUA reacende debate diplomático
Durante a entrevista, o líder brasileiro citou “intervenções bélicas” dos Estados Unidos e afirmou que Washington deveria “dialogar mais e ameaçar menos”. Segundo reportagem da agência Reuters, analistas veem a fala como recado ao eleitorado interno e aos parceiros do BRICS.
“Trump ameaça todo mundo, mas nós somos um povo de paz”, frisou o presidente.
Histórico de Lula na política externa explica o tom da fala
Em seus mandatos anteriores, Lula impulsionou a criação da Unasul, fortaleceu o Mercosul e costurou ações conjuntas com Índia, Rússia, China e África do Sul. À época, o Itamaraty defendia a “multipolaridade” como antídoto ao predomínio norte-americano. Agora, o petista repete a estratégia ao se colocar como voz moderada entre Ocidente e Oriente, buscando, por exemplo, intermediar o cessar-fogo no leste europeu.
O que você acha? A crítica de Lula a Trump fortalece a imagem do Brasil como pacificador ou pode tensionar a relação com Washington? Para mais análises sobre política externa, acesse nossa editoria especializada.
Crédito da imagem: Divulgação / Gazeta do Povo