Entenda por que a mudança promete revolucionar a TV aberta brasileira
TV 3.0 – O novo padrão de transmissão digital chegará primeiro às grandes capitais brasileiras em implantação faseada, garantindo imagem 4K, som aprimorado e interatividade, sem obrigar o público a comprar um televisor novo.
- Em resumo: Sinal atual e TV 3.0 conviverão por anos, evitando apagão para o usuário.
Cronograma prevê Copa de 2026 como vitrine do novo sinal
A fase preparatória deve terminar em 2025 e as primeiras emissões comerciais estão projetadas para antes da Copa do Mundo de 2026. De acordo com o Ministério das Comunicações, o processo seguirá modelo semelhante ao do desligamento analógico, priorizando centros urbanos de maior audiência, como São Paulo, Rio de Janeiro e Brasília. Detalhes adicionais constam no Decreto nº 12.595/2025, que baliza a migração escalonada, segundo destacou o Canaltech.
“Nenhum usuário será privado do acesso à televisão aberta e gratuita durante a transição”, determina o artigo 15 do decreto.
Internet será opcional, mas turbina recursos interativos
A Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) reforça que a conexão não é pré-requisito para captar o sinal. Quem optar por ligar a TV ao roteador, no entanto, terá acesso a conteúdos sob demanda, aplicativos governamentais e recursos de segunda tela — estratégia alinhada às tendências globais de convergência entre broadcast e banda larga. Em mercados como Japão e EUA, essa integração já impulsiona novos formatos publicitários e de métricas de audiência.
O que você acha? A chegada da TV 3.0 muda a forma como você consome programação aberta? Para mais matérias de tecnologia, acesse nossa editoria especializada.
Crédito da imagem: Pixabay / Alehandra13