Interno do vestiário expõe por que o time acelera logo após recuperar a bola
Flamengo – Em entrevista recente transmitida pela Record, o goleiro Agustín Rossi explicou que o técnico Leonardo Jardim mantém a intensidade herdada de Filipe Luís, mas adiciona uma pressa cirúrgica para “machucar” o rival assim que a posse é retomada.
- Em resumo: Jardim exige ataque imediato após a recuperação, mudando o ritmo rubro-negro.
Pressão alta como arma: a mudança tática que já gera gols
Segundo Rossi, o elenco percebeu na prática como a filosofia de Jardim encurta o tempo de transição. A orientação é verticalizar ainda no campo adversário, algo que lembra os times de elite europeia treinados pelo português no passado, como o Monaco. O goleiro destacou, em conversa detalhada pelo GE, que os atletas foram orientados a buscar finalizações em até dez segundos depois de retomar a posse.
“A maior diferença é a mentalidade: queremos ferir o adversário o mais rápido possível quando a bola volta para nós”, afirmou Rossi.
Meta ambiciosa: liderança histórica na Libertadores
O argentino reiterou o plano de fazer do Flamengo o maior campeão continental. O clube tem cinco conquistas, três a menos que o Independiente-ARG. Para Rossi, chegar ao topo reforçaria a marca global e atrairia ainda mais talentos estrangeiros – argumento que pesa num possível pedido de naturalização brasileira, benefício que abriria vaga para outro estrangeiro no elenco.
Especialistas lembram que, sob Jardim, equipes costumam oscilar menos defensivamente, algo crucial em mata-matas sul-americanos. A combinação entre linha alta, pressão coordenada e eficiência ofensiva coloca o Fla de 2026 como candidato a repetir o domínio visto entre 2019 e 2022, quando ergueu duas Libertadores.
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Crédito da imagem: Divulgação / Placar