Levantamento interno pode adiar decisão tucana até a janela das convenções
PSDB – de olho nas eleições de 2026, a sigla resolveu medir a força de um nome próprio para o Palácio dos Bandeirantes antes de carimbar apoio oficial ao governador Tarcísio de Freitas (Republicanos).
- Em resumo: direção tucana só baterá o martelo após analisar pesquisas que devem sair até julho.
“Chance de 95% de aliança”, admite bastidor do governo
Nos corredores do Bandeirantes já se fala em quase consenso. Fontes ligadas a Tarcísio estimam 95% de probabilidade de o PSDB integrar a coligação se a candidatura do ex-prefeito Paulo Serra não decolar.
“Antes de fechar com Tarcísio, precisamos comprovar a competitividade do nosso quadro”, relatou um dirigente tucano ouvido pela reportagem.
Hegemonia perdida e cálculo de sobrevivência partidária
O movimento revela a tentativa do PSDB de recuperar espaço em São Paulo, estado que governou de 1995 a 2018. Após perder a máquina estadual para João Doria e, na sequência, para Tarcísio, a legenda agora busca equilibrar visibilidade com viabilidade financeira do fundo eleitoral, cada vez mais atrelado ao desempenho nas urnas.
O que você acha? O partido deve lançar Paulo Serra mesmo com risco de derrota ou abraçar a reeleição de Tarcísio? Para mais análises, acesse nossa editoria de Política.
Crédito da imagem: Divulgação / Jovem Pan