Sequência sem gols força virada de mesa em Stamford Bridge
Chelsea vive uma de suas piores crises recentes: a direção encerrou o contrato de seis anos e meio de Liam Rosenior após apenas 107 dias, reação à série de cinco derrotas seguidas na Premier League sem marcar um único gol — algo que não ocorria desde 1912.
- Em resumo: saída relâmpago escancara racha no elenco e ameaça vaga europeia em 2026.
Vestiário em ebulição derruba o treinador
Segundo reportagem da BBC Sport, líderes do elenco perderam a confiança em Rosenior depois de críticas públicas pesadas aos titulares e de decisões como o rodízio entre Robert Sanchez e Filip Jorgensen no gol.
“Foi inaceitável em todos os aspectos do jogo. Algo precisa mudar drasticamente aqui e agora”, disparou Rosenior após o 3 a 0 para o Brighton.
Impacto na tabela e riscos financeiros
Com 48 pontos e já fora da Champions League deste ano diante do PSG, o Chelsea ocupa apenas a sétima posição, dois pontos atrás do Brighton, e depende de combinação de resultados para não ficar fora até da Liga Europa. Analistas lembram que a ausência na principal competição europeia pode custar mais de € 60 milhões em receitas de TV e premiações ao clube londrino.
O desafio imediato é a semifinal da FA Cup contra o Leeds, no próximo domingo (26). Sem tempo para buscar um nome de peso, o comando interino fica com Calum McFarlane, do sub-21, encarregado de estancar a crise e tentar levar alguma taça que salve a temporada.
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Crédito da imagem: Divulgação / IMAGO