Publicação no Instagram liga comida à sedução política e econômica
Lidi Lisboa – a intérprete da rainha Jezabel na TRANSMISSÃO da Record – usou referências do Gênesis para, recentemente, ironizar a promessa de Luiz Inácio Lula da Silva sobre picanha acessível, chamando atenção para o peso dos impostos sobre alimentos.
- Em resumo: atriz afirmou: “No Brasil: picanha”, comparando oferta eleitoral à maçã do Éden.
Frase bíblica vira crítica ao bolso do consumidor
No post de 2 de abril de 2026, a artista escreveu que “o diabo sempre usou comida para enganar o povo”. A provocação ecoa a campanha de 2022, quando Lula prometeu carne mais barata – expectativa ainda distante, segundo levantamento do Reuters sobre a escalada dos preços dos cortes nobres.
“Se vocês pararem para pensar, o diabo sempre usou comida pra enganar o povo. No Éden: maçã. No deserto: o pão. No Brasil: picanha.” – Lidi Lisboa, no Instagram
Impacto político e histórico: de Jezabel à inflação da carne
A fala repercute porque Lisboa já viveu nos palcos uma figura tida como símbolo de manipulação: Jezabel. Fora da ficção, a atriz aponta para um problema real. Dados do IBGE mostram que a carne bovina acumula alta superior a 10% em 12 meses, apesar de reduções pontuais na arroba do boi. Especialistas veem no projeto de reforma tributária a chance de desonerar a cesta básica, mas alertam que cortes premium, como a picanha, tendem a permanecer fora da lista isenta.
O que você acha? A referência religiosa reforça ou fragiliza o debate sobre preços de alimentos? Para mais análises, acesse nossa editoria de Política.
Crédito da imagem: Divulgação / Poder360