Confirmação surpreende fãs e sugere futuro crossover sangrento
Lee Cronin — cineasta irlandês por trás de “A Morte do Demônio: A Ascensão” — revelou recentemente que o inédito “Maldição da Múmia” compartilhará o mesmo universo da franquia cult. A informação, dada em entrevista ao Collider, abre caminho para interações inéditas entre possessões demoníacas e maldições ancestrais.
- Em resumo: novo filme egípcio de terror coexistirá oficialmente com a cronologia de “Evil Dead”.
Por que essa ligação importa?
A junção de mitologias amplia a longevidade da série criada por Sam Raimi em 1981. Desde então, “Evil Dead” acumulou mais de US$150 milhões mundialmente e virou fenômeno cultural. A entrada de “Maldição da Múmia” nesse cânone permite explorar não apenas o Necronomicon, mas também artefatos faraônicos, aumentando o arsenal de sustos. Segundo especialistas citados pelo Omelete, universos compartilhados são tendência rentável no horror moderno, vide “Invocação do Mal”.
“Há muito espaço para brincar com mitos diferentes dentro do mesmo conjunto de regras sobrenaturais”, pontuou Cronin ao Collider.
Contexto e impacto para o mercado de horror
“Evil Dead Rise” arrecadou US$24,5 milhões apenas no fim de semana de estreia em 2023, superando previsões da Warner. Analistas enxergam a revelação de Cronin como estratégia para manter a franquia relevante sem depender de reboots constantes. Caso a bilheteria de “Maldição da Múmia” siga o ritmo, o estúdio pode apostar em um crossover direto, algo inédito entre histórias de demônio e mumificação. Vale lembrar que o Egito Antigo voltou à moda após o sucesso de “Moon Knight” (Disney+), indicando apetite do público por terror arqueológico.
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Crédito da imagem: Divulgação / CinePOP