DNA encerra mistério e liga Ted Bundy a crime brutal de 1974

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Prova genética aparece cinco décadas depois e muda o status do caso

Ted Bundy – novos testes de DNA, divulgados na última quarta-feira (1), confirmaram que o serial killer executado em 1989 foi o autor do assassinato da adolescente Laura Ann Aime, de 17 anos, cometido em Utah em 1974.

  • Em resumo: material genético coletado na época correspondeu ao perfil de Bundy cadastrado na Flórida.

Banco nacional de perfis genéticos foi decisivo

O gabinete do xerife do condado de Utah inseriu amostras de sêmen preservadas há meio século no Combined DNA Index System, o CODIS. A correspondência positiva, segundo detalhou a BBC News, só ocorreu porque os perfis de criminosos executados nos anos 1980 foram digitalizados recentemente.

“O crime seguiu o padrão de Bundy, que atraía jovens mulheres antes de sequestrá-las”, informou o relatório oficial da Polícia de Utah.

Por que o veredito importa para investigações futuras

Especialistas em criminologia afirmam que o desfecho reforça o valor da preservação de evidências biológicas. Dos mais de 250 mil casos arquivados nos Estados Unidos, cerca de 40 % aguardam cruzamento genético similar. A confirmação também pressiona outras jurisdições a revisar amostras antigas, prática que, desde 2020, já solucionou crimes atribuídos a nomes como Joseph DeAngelo, o “Golden State Killer”.

Além disso, a resolução dá encerramento jurídico à família de Laura, que durante décadas precisou conviver com rumores e confissões sem respaldo técnico. A tendência é que fundos federais para a digitalização de vestígios aumentem, acelerando respostas em crimes sexuais não resolvidos.

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Crédito da imagem: Divulgação / Utah Department of Public Safety

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