Faltas podem cortar até R$ 1 mil do bônus Pé-de-Meia

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Regras de frequência e Enem surpreendem beneficiários do programa

Pé-de-Meia – Criado para incentivar a permanência e a conclusão do ensino médio, o programa federal promete mais de R$ 1 mil por aluno em 2026, mas o repasse é condicionado a uma lista rígida de requisitos que, se descumpridos, zeram o benefício.

  • Em resumo: quem faltar acima do limite ou abandonar o Enem perde parcelas cruciais do incentivo.

Como cada parcela chega (ou não) ao bolso do estudante

O calendário oficial prevê R$ 200 na matrícula, depósitos mensais vinculados a 80% de presença, R$ 200 extra pela inscrição no Enem para concluintes e um bônus de R$ 1 000 a quem terminar o 3º ano sem reprovação. Segundo levantamento do G1, 1 em cada 4 alunos costuma estourar o limite de faltas, o que explica a alta taxa de corte observada nos testes-piloto.

“Se o estudante ultrapassar 25% de ausências em qualquer bimestre, todas as parcelas daquele período são automaticamente bloqueadas”, detalha a portaria publicada pelo MEC.

Por que o governo apertou o cerco à evasão escolar

O Brasil ainda registra cerca de 500 mil evasões por ano no ensino médio, de acordo com o Inep. Para reverter o quadro, o Pé-de-Meia incorpora transferências diretas como já ocorre em programas de renda básica, mas adiciona metas educacionais. Países como Chile e México viram a evasão cair até 30% após adotar modelos semelhantes, mostrando que o incentivo financeiro pode ser decisivo — desde que haja fiscalização para evitar uso indevido.

O que você acha? As exigências são justas ou podem penalizar quem mais precisa? Para acompanhar outras medidas do governo na área social, acesse nossa editoria de Política.


Crédito da imagem: Divulgação / Governo Federal

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