Granada M111 dos EUA mata por sobrepressão e muda tática

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Arma sem estilhaços promete vantagem decisiva em combates urbanos

Exército dos Estados Unidos – apresentou recentemente a granada M111, primeira adição letal ao seu arsenal desde 1968, capaz de eliminar alvos por meio de uma potente onda de pressão em espaços confinados.

  • Em resumo: a M111 dispensa fragmentos e utiliza sobrepressão para neutralizar inimigos e equipamentos.

Como funciona a explosão de sobrepressão

A chamada tecnologia BOP concentra energia explosiva no ar, comprimindo-o e gerando uma onda de choque que se reflete nas paredes várias vezes. Segundo um relatório citado pela Reuters, esse efeito aumenta a letalidade sem riscos de estilhaços para as próprias tropas.

“A M111 dá aos militares a capacidade de combater de forma mais eficaz em ambientes urbanos de curta distância, utilizando a explosão de sobrepressão em vez de fragmentação para gerar letalidade”, destacou o comunicado oficial do Exército norte-americano.

Impacto estratégico e interesse global

Especialistas em defesa observam que guerras recentes ampliaram a demanda por armamentos adequados a operações porta-a-porta. Desde Mosul, em 2017, até Mariupol, em 2022, combates urbanos expuseram limitações das granadas tradicionais. Países membros da OTAN, Israel e Coreia do Sul já testam munições semelhantes, apontando para uma possível corrida por armas de sobrepressão.

Além disso, o Pentágono estimou que a M111 pode reduzir em até 30% o tempo gasto em entradas táticas, diminuindo baixas civis devido à ausência de estilhaços. Analistas lembram que a última granada introduzida, a M67, foi criada durante a Guerra do Vietnã e ainda compõe o inventário: agora, os soldados terão dois modelos complementares para situações distintas.

O que você acha? A adoção da M111 deve inspirar outras nações a repensar suas granadas? Para mais análises sobre defesa e geopolítica, acesse nossa editoria especializada.


Crédito da imagem: Divulgação / Exército dos EUA

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