Granada sônica dos EUA redefine letalidade em combate urbano

mostrandopravoce@gmail.com
2 Leitura mínima
Disclosure: This website may contain affiliate links, which means I may earn a commission if you click on the link and make a purchase. I only recommend products or services that I personally use and believe will add value to my readers. Your support is appreciated!

Arma promete neutralizar inimigos em segundos e sem estilhaços

Exército dos Estados Unidos – A força terrestre norte-americana confirmou recentemente a adoção de uma granada de efeito de pressão, capaz de gerar ondas de choque fatais em espaços confinados, encerrando um hiato de 55 anos sem novidades nesse tipo de armamento.

  • Em resumo: dispositivo substitui estilhaços por ondas de pressão, com estreia prevista para operações de ambiente fechado.

Como funciona a granada que “explode o ar”

Ao contrário dos modelos fragmentários, o novo artefato libera uma frente de pressão super-rápida que colapsa órgãos internos e desorienta alvos próximos, reduzindo o risco colateral de estilhaços. Reportagem da BBC News detalha a tendência de armas de pulso de ar em forças ocidentais após conflitos no Oriente Médio.

“É a primeira mudança significativa no arsenal de granadas de mão do Exército norte-americano desde 1968”, informa a nota técnica divulgada pelo Departamento de Defesa.

Por que a atualização chega agora

Especialistas apontam que o combate urbano ganhou peso após operações em Mosul e Raqqa, onde fragmentos metálicos acabavam ferindo civis e próprios soldados. A nova granada, inspirada em munições termobáricas usadas por outras potências, atinge letalidade comparável mas com menor dispersão de detritos. Fabricantes norte-americanos também ressaltam facilidade de produção, já que o corpo do artefato utiliza compostos plásticos mais leves, reduzindo custos logísticos.

O que você acha? A substituição de estilhaços por ondas de choque tornará guerras mais “limpas” ou apenas mais letais? Para mais análises de defesa e geopolítica, acesse nossa editoria especializada.


Crédito da imagem: Divulgação / Departamento de Defesa dos EUA

Compartilhe este artigo