Economia e agilidade transformam o modelo em aliado de quem enfrenta trânsito pesado
Honda Pop 110i 2026 – Lançada como porta de entrada para motociclistas novatos, a pequena Honda ganhou status de “companheira de guerra” nos trajetos casa-trabalho nos grandes centros, graças ao baixo consumo de combustível e ao custo de manutenção enxuto.
- Em resumo: Versão 2026 promete até 55 km/l e manutenção fácil, mas sente o peso na estrada.
Leveza e consumo: a fórmula que atrai o bolso apertado
Pesando apenas 87 kg a seco, a Pop 110i exige pouco esforço para manobras e reduz o desgaste de peças, algo valioso para entregadores e estudantes. Segundo dados de fábrica citados pelo Canaltech, o monocilíndrico de 109,2 cm³ pode superar a marca de 50 km por litro quando conduzido em ritmo urbano moderado.
“O motor OHC refrigerado a ar entrega 8,0 cv a 7.250 rpm e 0,89 kgfm de torque, números modestos, porém suficientes para quem prioriza economia”, aponta ficha técnica divulgada pela Honda.
Quando o asfalto abre: onde a Pop mostra seus limites
Apesar da robustez do chassi tubular e da suspensão simples que encara buracos sem drama, a ausência de embreagem manual e o câmbio de quatro marchas restringem o fôlego em vias rápidas. Acima de 80 km/h, vibrações aumentam e ultrapassagens exigem planejamento. Além disso, a capacidade de carga de apenas 149 kg (piloto + bagagem) pede atenção para quem pensa em instalar baú ou rodar com garupa frequentemente.
Mesmo assim, a combinação de pneus de uso misto, altura de assento de 749 mm e partida elétrica consolida a Pop 110i como opção lógica para trajetos curtos e pisos irregulares, segmento que responde por mais da metade das vendas de baixa cilindrada no Brasil, de acordo com a Fenabrave.
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Crédito da imagem: Divulgação / Honda