IA acelera novos remédios para Parkinson e doenças raras

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Promessa de virada contra superbactérias e pesquisas que antes levavam décadas

Inteligência artificial vem redesenhando o laboratório farmacêutico ao reduzir, de anos para poucos meses, o caminho entre a descoberta de uma molécula e os primeiros testes clínicos, segundo especialistas.

  • Em resumo: Algoritmos já encontram compostos contra Parkinson, bactérias resistentes e enfermidades genéticas ultra raras.

Algoritmos decifram alvos biológicos em dias

Modelos de aprendizado profundo analisam bancos de dados gigantescos para prever quais proteínas podem ser “botões de desligar” de uma doença. A norte-americana Generate Biomedicines, por exemplo, afirma ter encurtado em 70% o tempo de desenho de fármacos, de acordo com reportagem do The Verge.

“A IA está ajudando a desenvolver novos medicamentos contra Parkinson, antibióticos contra bactérias resistentes e a cura de doenças raras, com rapidez nunca imaginada por muitos cientistas.”

Mercado farmacêutico corre para não ficar para trás

Consultorias preveem que o segmento de drug discovery movido a IA ultrapasse US$ 50 bilhões até 2028. Gigantes como Eli Lilly e Roche já firmaram acordos bilionários com startups de modelagem molecular. O movimento também recebe respaldo regulatório: a FDA criou trilhas rápidas para terapias desenvolvidas por algoritmos, acelerando a chegada de novos tratamentos às prateleiras.

No Brasil, universidades públicas firmam parcerias com empresas de cloud computing para rodar modelos que investigam mutações associadas à distrofia muscular de Duchenne, enfermidade que atinge um em cada 3,5 mil meninos.

O que você acha? A inteligência artificial vai encurtar o tempo até que esses remédios cheguem ao SUS? Para mais matérias sobre inovação, acesse nossa editoria de Tecnologia.


Crédito da imagem: Divulgação / Getty Images

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