Onda de celebridades filia-se a partidos e mexe com eleições 2026

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Influencers, ex-jogadores e socialites miram cadeiras na Câmara

Gracyanne Barbosa – a musa fitness abriu a fila de personalidades que, nos últimos 40 dias, oficializaram filiação partidária e acenderam o alerta das direções nacionais para 2026. O movimento reforça a estratégia de usar celebridade como “atalho” de voto em um cenário de alta competição por atenção.

  • Em resumo: Republicanos, PSDB, PSD e MDB já atraíram ao menos sete nomes de grande alcance popular.

Da academia aos gramados: quem já assinou a ficha

Depois da assinatura de Gracyanne no Republicanos, a socialite Val Marchiori seguiu o mesmo caminho e citou a superação de um câncer como razão política. No PSDB, a sigla que abrigou Mário Covas agora recebe a atriz Antonia Fontenelle, a cantora gospel Cristina Mel e o ex-atacante Edmundo, que prometeu “representar o Vasco” na vida pública.

“Pretendo representar o Vasco e trabalhar pelo futebol e pela juventude”, declarou Edmundo ao oficializar a filiação em 30 de março.

O PSD conquistou Silvia Abravanel, herdeira do Grupo Silvio Santos, enquanto o MDB trouxe o ex-goleador Luís Fabiano para seu palanque paulistano. Segundo calendário do TSE, os registros de candidatura só abrem em agosto de 2026, mas a precocidade garante tempo de exposição televisiva e arranjos regionais, explica reportagem da G1 sobre o cronograma eleitoral.

Por que os partidos investem em rostos conhecidos?

Candidatos com forte presença nas redes sociais reduzem custos de campanha e ampliam a chance de atingir o quociente eleitoral. Em 2010, Tiririca foi eleito com 1,3 milhão de votos e arrastou três colegas de legenda, caso usado em manuais de marketing político. De acordo com o Instituto Ideia, 62 % dos brasileiros dizem “considerar seriamente” votar em um famoso que acompanham on-line.

A corrida começa cedo também por causa das mudanças na legislação de 2023, que elevaram o Fundo Eleitoral para R$ 5,7 bilhões. Especialistas lembram que nomes midiáticos atraem doadores e ampliam a base de voluntários, fator decisivo em disputas proporcionais.

O que você acha? Celebridades devem entrar para valer na política ou ficar no entretenimento? Para acompanhar todas as movimentações partidárias, acesse nossa editoria de Política.


Crédito da imagem: Divulgação / Republicanos

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