Cinema a céu aberto na Gávea vira ponto de encontro cultural e inclusivo
OpenAir Brasil — prestes a encerrar a 35ª edição no Jockey Club Brasileiro — reforça sua mistura de cinema, shows e ações de acessibilidade que já seduziu mais de um milhão de pessoas.
- Em resumo: tela gigante, line-up musical e recursos de inclusão mantêm o festival como referência de experiência imersiva.
Da tela suíça ao palco carioca: a jornada do projeto
A semente do evento foi plantada em 1998, quando o empresário Renato Byington descobriu uma estrutura inflável de cinema em Zurique e decidiu trazê-la ao Brasil. A ousadia virou realidade em 2002, no Rio, inaugurando um formato que mistura gastronomia e shows — conceito que inspirou iniciativas semelhantes pelo mundo, segundo levantamento publicado no Omelete.
“Quando termina o filme, não dá para simplesmente ir embora; o público fica, conversa e celebra junto”, destaca Byington sobre o efeito comunitário da sessão ao ar livre.
Diversidade de curadoria e acessibilidade definem o futuro
Para a curadora Sissi Abreu, a programação leva cinco meses para nascer e precisa equilibrar blockbusters, clássicos e produções nacionais, além de shows que dialoguem com cada sessão. Tradutor em Libras, audiodescrição e ingressos a partir de R$ 35 garantem inclusão — diretriz que acompanha a tendência global de eventos “fan-first”, estimada pela Allied Market Research como um dos setores de entretenimento que mais devem crescer até 2030.
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Crédito da imagem: Divulgação / Fernando Souza