Gestor dispara contra dirigente e expõe bastidores da negociação
Marcão – Em vídeo divulgado nesta sexta-feira (3), o pai e representante de Gerson quebrou o silêncio e endereçou críticas diretas a Luiz Eduardo Baptista, o BAP, presidente do Conselho do Flamengo, negando qualquer relação pessoal com o dirigente e rebatendo o rótulo de “mercenário” que circula desde a saída do meia do Rubro-Negro.
- Em resumo: Empresário afirma que BAP “perde tempo” o perseguindo e garante não ter lucrado indevidamente nas transferências do filho.
Vídeo nas redes eleva tensão entre família de Gerson e Flamengo
No pronunciamento, Marcão classificou as acusações como perseguição e cobrou foco do dirigente em “viver a própria vida”. A resposta ocorre após novas críticas ventiladas nos bastidores do clube carioca, repercutidas por portais como o GE, que lembraram o desgaste provocado pela transferência do volante ao Zenit, da Rússia, em 2023.
“Primeiro: não te conheço. Segundo: nunca tomei café com você. Se isso te faz feliz, continue, mas pare de me perseguir”, declarou Marcão no vídeo de pouco mais de dois minutos.
De ídolo ao rótulo de mercenário: por que a crítica persiste?
Gerson deixou o Flamengo em uma venda de cerca de 16 milhões de euros, cifra que aliviou o caixa rubro-negro, mas desagradou torcedores pela perda técnica no meio da temporada. Já no Zenit, problemas de adaptação e a guerra na Ucrânia aceleraram o retorno ao Brasil, desta vez para o Cruzeiro, em negócio de empréstimo que envolveu salários compartilhados.
Mesmo regularizado na Raposa, o meia foi vaiado no Maracanã na última partida contra o ex-clube, reacendendo o debate sobre sua “fidelidade” esportiva. Analistas lembram que jogadores e estafe têm liberdade contratual, e que cláusulas econômicas — não emoção — pautam a maioria das transferências no futebol moderno.
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Crédito da imagem: Divulgação / Revista Placar