Entenda como o avanço na linha de montagem muda o jogo dos dobráveis
Apple acaba de dar um passo decisivo ao autorizar a Foxconn a fabricar os primeiros lotes-piloto do iPhone que se dobra, sinalizando que o design e o hardware foram definitivamente fechados e que a janela de lançamento encurtou para o segundo semestre de 2026.
- Em resumo: unidades experimentais já estão nas mãos de funcionários selecionados para testes internos.
Prototipagem acelerada sela design final do dispositivo
Fontes de linha de produção relatam que as remessas de componentes devem escalar a partir de julho de 2026, eliminando rumores de atraso para 2027. O aparelho, com dobra horizontal no estilo “livro”, terá tela interna de 7,8’’ e externa de 5,5’’ — dimensões ligeiramente menores que as do Galaxy Z Fold, segundo apuração da The Verge.
“Existe a expectativa de anúncio junto à linha iPhone 18 Pro em setembro, embora o lançamento comercial possa ficar para dezembro”, apontam documentos internos.
Impacto no mercado e aposta de 20 milhões de telas
Para sustentar a demanda inicial, a companhia já teria reservado até 20 milhões de painéis OLED da Samsung Display, número que supera em 30% as projeções originais. A jogada reforça a estratégia de Cupertino de entrar forte no segmento que hoje é dominado por Samsung, Huawei e Motorola, cujo nicho somou mais de 16 milhões de unidades vendidas em 2023, de acordo com a consultoria IDC.
Preço estimado em US$ 1.999 (cerca de R$ 10,3 mil) posicionará o modelo como o iPhone mais caro da história; se o desempenho for positivo, fontes mencionam uma versão de dobra vertical para brigar diretamente com a linha Galaxy Z Flip.
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Crédito da imagem: Divulgação / GSMArena