Reboot de Resident Evil recebe US$20 mi e ignora trama dos games

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Sony libera cheque recorde e diretor muda tudo em novo terror

Resident Evil – Recentemente, a cultuada franquia de zumbis ganhou sinal verde para um reboot cinematográfico que, segundo fontes de bastidores, não reaproveita nenhum arco clássico dos games.

  • Em resumo: Sony investiu US$ 20 milhões em Zach Cregger e garantiu carta-branca para uma história totalmente inédita.

Teste secreto aponta enredo original e ousado

Uma sessão confidencial, realizada para medir a reação do público, revelou que o roteiro não menciona Racoon City nem personagens icônicos como Jill Valentine ou Leon Kennedy, disseram insiders ao Omelete. A quebra total com a cronologia dos jogos reforça a aposta da Sony em atrair novos espectadores, mesmo correndo o risco de desagradar parte da base fiel.

“A Sony pagou a ele US$ 20 milhões para comandar este reboot e deu-lhe total liberdade para fazer o que bem entendesse com a franquia.” — trecho do relatório interno citado pelo CinePOP

Por que romper com os jogos pode funcionar

Zach Cregger ganhou renome após os sucessos de “Noites Brutais” (2022) e “A Hora do Mal” (2024), filmes elogiados pelo uso de reviravoltas inesperadas. Analistas lembram que adaptações anteriores de “Resident Evil” somaram mais de US$ 1,2 bilhão, mas sempre dividiram crítica e fãs pela falta de fidelidade. O distanciamento completo, portanto, pode permitir que o diretor explore o terror corporal e psicológico – parte central dos games originais – sem amarras de cronologia.

Além disso, o movimento dialoga com a estratégia recente de Hollywood de reviver IPs clássicas com tom autoral, caso de “Prey”, prequel de “O Predador”, que conquistou público mesmo alterando a ambientação tradicional. Caso dê certo, o novo “Resident Evil” pode abrir caminho para uma fase de antologias, na qual cada filme apresente surtos biológicos em localidades e épocas diferentes.

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Crédito da imagem: Divulgação / Sony Pictures





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