Parcelamento expõe estratégia financeira do Tricolor em meio a corte de gastos
São Paulo FC – O clube oficializou a saída de Oscar no Boletim Informativo Diário (BID) da CBF na noite de quinta-feira (2) e, para evitar litígio, fechou acordo de R$ 10 milhões a serem quitados em parcelas ao longo de 24 meses.
- Em resumo: rescisão amigável evita disputa judicial e dilui impacto no caixa tricolor.
Como ficou o acordo e por que foi considerado “acessível”
Conforme apurou o GE detalhou, o valor será pago em prestações mensais, com início já neste semestre, sem correção adicional além da inflação oficial. Internamente, o departamento financeiro avaliou que um processo na Justiça custaria mais caro e poderia bloquear receitas estratégicas.
“A diretoria priorizou a previsibilidade. Uma disputa prolongada geraria penhora de cotas de TV e receitas de bilheteria”, explicou uma fonte envolvida nas negociações.
Impacto no orçamento e lições de casos anteriores
Nos últimos três anos, o Tricolor acumulou passivos superiores a R$ 100 milhões em acordos trabalhistas, incluindo nomes como Daniel Alves e Hernanes. Diferentemente daqueles episódios, o trato com Oscar foi fechado antes de qualquer ação judicial, evitando multas e honorários adicionais.
Analistas lembram que a Liga Forte Futebol, que deve repassar cotas antecipadas em 2025, foi levada em conta: o clube quer manter a folha de acordos dentro de 15% da receita anual, teto definido no planejamento estratégico aprovado em dezembro.
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Crédito da imagem: Divulgação / São Paulo FC