Silvio Almeida rebate denúncia de importunação e diz ser inocente

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Resposta vem após PGR afirmar haver indícios de importunação sexual contra Anielle Franco

Silvio Almeida – ex-ministro de Direitos Humanos – quebrou o silêncio e, em vídeo divulgado recentemente, classificou como “infundada” a denúncia da Procuradoria-Geral da República (PGR) encaminhada ao Supremo Tribunal Federal.

  • Em resumo: Jurista diz ser inocente e acusa a peça da PGR, assinada por Paulo Gonet, de se basear em depoimentos “parciais”.

Denúncia chega ao STF e reacende debate sobre assédio no poder

A acusação, entregue à Corte em 2 de abril de 2026, cita relato da ministra da Igualdade Racial, Anielle Franco, e declaração do diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues. O caso, revelado em 2024 pelo movimento Me Too Brasil, ganhou novo fôlego quando o governo exonerou Almeida. A repercussão coloca pressão sobre Brasília a poucos meses das eleições municipais, como observou a Reuters.

“Eu sou um homem inocente… permaneci calado por respeito à dor da minha família e ao sigilo legal”, declarou Silvio Almeida no vídeo.

Histórico e impacto político

O episódio se soma a uma série de denúncias de assédio que atingem figuras de alto escalão desde 2023, quando o governo federal instituiu um protocolo interno inspirado no circuito internacional do #MeToo. Em paralelo, os Três Poderes lançaram, em fevereiro, o pacto “Todos Por Todas”, que prevê ações de prevenção, proteção e responsabilização de agressores. A cada novo caso, especialistas apontam que a efetividade do pacto dependerá da rapidez das investigações e de sentenças firmes, sob pena de esvaziamento político.

O que você acha? A resposta de Silvio Almeida deve mudar os rumos da investigação? Para mais detalhes, acesse nossa editoria de Política.


Crédito da imagem: Divulgação / G1

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