Madrugada tensa revela nova movimentação no monitoramento eletrônico
Jair Bolsonaro – monitorado em prisão domiciliar – teve o carregador da tornozeleira eletrônica substituído às 00h34 de domingo (29), fato já comunicado pela Polícia Militar do Distrito Federal ao Supremo Tribunal Federal.
- Em resumo: agente que flagrou tentativa de violação em 2023 voltou à casa do ex-presidente para trocar o componente.
Policial que expôs violação passada volta à cena
Responsável pela troca, a policial penal Rita de Cássia Gaio marcou presença novamente na residência do ex-chefe do Executivo. Foi ela quem, no ano passado, entrou no imóvel depois de o político ter tentado serrar a cinta do equipamento com um ferro de solda, episódio que levou a uma série de medidas de reforço no monitoramento, conforme registrou a agência Reuters.
“Ocorrência de substituição do carregador registrada das 00h34 às 01h03”, detalhou o relatório enviado ao gabinete do ministro Alexandre de Moraes.
Moraes pode avançar em novas exigências
Com pena definitiva de 27 anos e três meses por participação em trama golpista, o ex-presidente deve manter a tornozeleira carregada 24 horas por dia. Embora a PM não tenha informado o motivo da substituição, especialistas lembram que falhas na bateria podem gerar alertas automáticos e até agravar o regime de custódia, já que a jurisprudência classifica perda de sinal como descumprimento de ordem judicial.
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Crédito da imagem: Divulgação / Agência Brasil