Suporte de 7 anos turbina revenda? Veja o fator oculto

mostrandopravoce@gmail.com
2 Leitura mínima
Disclosure: This website may contain affiliate links, which means I may earn a commission if you click on the link and make a purchase. I only recommend products or services that I personally use and believe will add value to my readers. Your support is appreciated!

Atualizações estendidas atraem, mas bateria e tela ainda mandam no bolso

Samsung – Ao prometer até sete anos de suporte de software, a gigante sul-coreana reacendeu o debate sobre o que realmente determina o preço de um smartphone no mercado de usados.

  • Em resumo: especialistas dizem que saúde da bateria e estado físico valem mais que qualquer patch de segurança na hora da revenda.

Manutenção física dita o valor, dizem especialistas

Flávio Peres, CEO da Trocafone, lembra que o comprador avalia primeiro se o aparelho liga, carrega e tira fotos antes de perguntar sobre Android 18. A análise ecoa dados do Canaltech, que apontam troca de bateria como o upgrade que mais prolonga a vida útil.

“O software é relevante, mas sem bateria boa ninguém paga mais caro”, resume Peres.

Mercado de usados cresce e alonga o ciclo de troca

Com o brasileiro trocando de celular a cada 30 meses em média, segundo a IDC, a revenda virou estratégia das próprias fabricantes: programas de recompra ajudam a financiar modelos novos enquanto mantêm os antigos circulando.

Esse cenário explica por que iPhones de 2019 ou Galaxy de 2020 ainda encontram compradores: entregam o básico e contam com peças de reposição baratas. Já o suporte prolongado funciona como selo de confiança — influencia a decisão, mas dificilmente acrescenta centenas de reais ao preço final.

O que você acha? Seu próximo celular precisa mesmo de sete anos de atualização ou uma bateria intacta basta? Para mais análises de mercado, acesse nossa editoria de tecnologia.


Crédito da imagem: Divulgação / Unsplash




Compartilhe este artigo