Meryl Streep dobrou cachê para viver ‘O Diabo Veste Prada’

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Negociação relâmpago quase tirou a estrela do elenco

Meryl Streep quase ficou de fora do clássico de 2006: ao receber a proposta para interpretar Miranda Priestly, a atriz disse “não” até que o estúdio aceitasse pagar o dobro do cachê.

  • Em resumo: Streep recusou a oferta inicial e só assinou contrato após garantir salário duas vezes maior.

“Não vou fazer” — o blefe que funcionou

Em entrevista ao Today Show, Streep contou que leu o roteiro e “sabia que seria um sucesso”, mas considerou o valor proposto aquém de sua relevância. A recusa foi estratégica: “Queria ver se, ao dobrar meu pedido, eles aceitariam — e aceitaram imediatamente”, revelou a atriz, aos 56 anos na época. A tática se enquadra em um movimento frequente na indústria, onde nomes de peso testam o teto salarial para manter paridade com bilheterias cada vez mais altas, segundo análise da Rolling Stone.

“Eu sabia que eles precisavam de mim. Se não aceitassem, tudo bem; eu já me considerava velha e pronta para me aposentar”, admitiu Streep ao programa norte-americano.

Impacto do acordo e porta aberta para novos hits

A manobra não apenas garantiu um dos papéis mais icônicos de Streep — que lhe rendeu indicação ao Oscar — como também reposicionou seu valor de mercado. Nas temporadas seguintes, a atriz liderou produções de bilheteria como “Mamma Mia!” e “Simplesmente Complicado”, refletindo a confiança dos estúdios em seu poder comercial. Especialistas estimam que “O Diabo Veste Prada” arrecadou mais de US$ 326 milhões mundialmente, reforçando a importância de negociações assertivas para atrizes veteranas em Hollywood.

O que você acha? A atitude de Streep mudou as regras do jogo para artistas acima dos 50? Para mais análises de bastidores, acesse nossa editoria de entretenimento.






Crédito da imagem: Divulgação / Fox 2000 Pictures

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