Atual campeão continental vive cenário inesperado na fase de grupos
Fluminense – Dono da taça de 2023, o Tricolor das Laranjeiras atravessa a sua pior largada de Libertadores desde a primeira participação, em 1971, sem uma única vitória após as rodadas iniciais.
- Em resumo: equipe é vice-campeã carioca, 3ª no Brasileirão, mas não vence no torneio sul-americano.
Sequência de tropeços liga sinal de alerta nas Laranjeiras
O time comandado por Fernando Diniz soma empates e derrotas que deixam a classificação no grupo comprometida. De acordo com levantamento do GE, em suas 11 presenças anteriores o clube jamais havia iniciado com tão baixo aproveitamento: apenas 22% dos pontos disputados.
“É um cenário que nos obriga a reagir imediatamente. A Libertadores não perdoa vacilos em série”, reconheceu um integrante da comissão técnica à saída do último jogo.
Pressão cresce antes do duelo direto pela sobrevivência
Restam três jogos para o atual campeão evitar um vexame histórico. Se não bater o adversário da próxima rodada, o Tricolor pode terminar a penúltima data fora até da repescagem para a Sul-Americana, algo inédito pós-título. Entre 2011 e 2023, mesmo quando não avançou às oitavas, o clube nunca ficou sem ao menos uma vitória no estágio de grupos.
Além do desempenho coletivo aquém, o time sente a ausência de André, ainda em recuperação, e busca soluções ofensivas para reencontrar o caminho das redes fora do Maracanã. A diretoria, por sua vez, mantém o discurso de confiança, mas reconhece, nos bastidores, que o planejamento financeiro de 2024 passa pela premiação da Conmebol—cerca de US$ 1,25 milhão por jogo vencido na fase atual.
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Crédito da imagem: Divulgação / Fluminense FC