Primeiro torneio próprio reforça visibilidade trans no esporte gaúcho
T+ Esportes – No último sábado, 28, o coletivo trans de Porto Alegre ocupou uma quadra pública com sua primeira copinha de futsal, atraindo cerca de 30 atletas e selando três anos dedicados à prática esportiva segura para pessoas trans, travestis e não binárias.
- Em resumo: Torneio inédito celebrou o aniversário do grupo e mostrou força de uma comunidade com 130 integrantes ativos.
Espaço seguro dribla barreiras de acesso
Fundado por sete voluntários trans, o coletivo nasceu para combater a exclusão no esporte. Segundo dados reunidos pelo GZH, a falta de vestiários inclusivos e de apoio logístico ainda afasta atletas trans em todo o estado.
“Nosso objetivo é que cada vez mais pessoas trans possam acessar o esporte com segurança e pertencimento. Com apoio, conseguimos ampliar muito esse alcance”, destacou Beni Cruz, da comissão do T+ Esportes.
Próximos passos e impacto além da quadra
O grupo mantém treinos abertos às segundas e quintas-feiras e recruta novos participantes via Instagram. De acordo com levantamento da ONG TransAthlete, iniciativas semelhantes surgiram em 12 capitais brasileiras desde 2021, mostrando um cenário de crescimento que pode impulsionar políticas públicas de inclusão esportiva.
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Crédito da imagem: Divulgação / T+ Esportes