Renúncias de Gravina e Buffon sacodem a Itália após fiasco

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Pressão política ameaça até a candidatura à Euro 2032

Itália – Sob críticas ferozes do governo e do parlamento, o futebol italiano sofreu um abalo extra na última quinta-feira (2) com a renúncia simultânea do presidente da FIGC, Gabriele Gravina, e do chefe de delegação Gianluigi Buffon, um dia depois da eliminação para a Bósnia-Herzegovina na repescagem da Copa de 2026.

  • Em resumo: Saídas em cascata expõem uma crise estrutural que pode até tirar a Euro 2032 do país.

Presidente da FIGC sai e libera Buffon para desistir

Gravina colocou o cargo à disposição durante reunião extraordinária em Roma e será substituído em 22 de junho, data marcada para a assembleia que elegerá o novo mandatário. A decisão abriu caminho para que Buffon, campeão mundial em 2006, oficializasse sua própria saída, dizendo sentir-se “livre” para assumir a responsabilidade pelo fracasso. O movimento encerra uma gestão iniciada em 2023, logo após a segunda ausência consecutiva do país em Copas, e reforça a leitura de que mudanças profundas são inadiáveis, como já havia alertado o GE em análise sobre a decadência azzurra.

“É justo dar ao próximo presidente a liberdade de escolher quem achar mais adequado para representar a seleção”, escreveu Buffon em suas redes sociais.

Consequências: Gattuso balança e Guardiola vira sonho

Sem comando administrativo claro, a equipe técnica também corre risco. Gennaro Gattuso, que assumiu em 2025 após Luciano Spalletti, deve deixar o cargo nos próximos dias. A “Gazzetta dello Sport” revelou que Pep Guardiola é o alvo ideal – embora Antonio Conte e Massimiliano Allegri sejam opções mais realistas. O vácuo de poder ocorre enquanto a UEFA alerta que a precariedade de estádios italianos pode custar a organização compartilhada da Euro 2032 com a Turquia.

O cenário indica uma reconstrução tão extensa quanto a promovida após o fiasco de 2018. Especialistas recordam que, naquela ocasião, reformas nas bases da Serie A ficaram no papel; agora, parlamentares falam até em intervenção estatal caso a FIGC não apresente um plano robusto de desenvolvimento de talento e modernização de arenas.

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Crédito da imagem: Divulgação / La Presse

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