As grifes que ditarão as regras de estilo na volta de Miranda Priestly
O Diabo Veste Prada 2 – Anunciada recentemente, a continuação promete atualizar o arsenal fashion que conquistou o público em 2006, refletindo o cenário de mercado que mudou radicalmente em vinte anos.
- Em resumo: clássicos como Chanel e Prada dão lugar a etiquetas que hoje lideram o hype, com a Versace encabeçando a lista.
Da Chanel à Prada: as apostas que definiram 2006
No primeiro longa, o figurino se apoiou em casas tradicionais – Chanel, Prada, Calvin Klein e Armani – referências incontestáveis de elegância na metade dos anos 2000. O resultado foi tão marcante que as vendas de peças semelhantes dispararam, como lembra um levantamento citado pela Rolling Stone quando analisou o impacto cultural do filme.
“Mesmo com um orçamento relativamente ‘modesto’ para os padrões de Hollywood, girando em torno de US$ 35 milhões, o filme transformou grifes clássicas em personagens centrais da narrativa.”
Versace assume o protagonismo: o que mudou no mundo da moda
Para a sequência, o time de figurino mira labels que hoje dominam red carpets e listas de desejo de geração Z e millennials. Segundo fontes de bastidores, Versace deve ser o novo pilar visual, acompanhada de nomes queridinhos do street-luxury e da alta-costura sustentável – movimento que não existia com força em 2006.
Essa virada reflete números: o mercado de luxo cresceu 19% em 2023 e a busca por “looks Versace” avançou 38% no Google Trends no último ano. A aposta coloca a franquia alinhada a um público conectado e atendo às collabs virais, reforçando a relevância do filme não só no cinema, mas também na conversa fashion global.
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Crédito da imagem: Divulgação / 20th Century Studios