Punição, bastidores e recados: o retorno explosivo do técnico alviverde
Palmeiras – Após cumprir suspensão imposta pelo STJD, Abel Ferreira voltou a falar publicamente e tratou de desmentir a suposta “lei do silêncio” que teria sido adotada pelo clube.
- Em resumo: Abel nega boicote à imprensa, presta apoio ao lesionado Vitor Roque e detalha planos para o jovem Barboza.
Suspensão e protesto: por que o técnico se calou
O comandante alviverde explicou que a ausência nas coletivas foi um protesto pontual contra a punição de gancho que considerou “desproporcional”. Segundo ele, o elenco continua aberto ao diálogo, mas prefere respaldo jurídico antes de comentar arbitragens. Reportagem do GE destaca o histórico de queixas de Abel sobre decisões do tribunal.
“Não existe lei do silêncio. Ficamos calados apenas para mostrar nossa insatisfação com a decisão de nos afastar. Respeito a imprensa, mas também exijo respeito ao nosso trabalho”, afirmou o português.
Lesão de Vitor Roque e os efeitos no campeonato
Abel aproveitou a entrevista para enviar força ao atacante Vitor Roque, do Athletico-PR, que fraturou tornozelo e perna recentemente. O treinador classificou o episódio como “triste para o futebol brasileiro” e sinalizou preocupação competitiva: a ausência do jovem artilheiro pode alterar o equilíbrio da parte de cima da tabela.
Barboza no radar: próxima joia a ganhar espaço
Questionado sobre o meia-atacante Bruno Barboza, de 22 anos, Abel disse enxergar potencial no atleta e adiantou que pretende utilizá-lo gradualmente no profissional. A ideia é repetir o processo aplicado a Endrick, dando minutos em jogos controlados para acelerar a adaptação.
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Crédito da imagem: Divulgação / Palmeiras