Irã avisa ONU: intervenção no estreito de Ormuz terá ‘consequências’

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Suspense sobre força internacional mantém mercado de energia em alerta máximo

Irã – Em comunicado divulgado nesta sexta-feira, 3 de abril de 2026, o chanceler Abbas Araghchi advertiu o Conselho de Segurança da ONU de que qualquer medida “provocadora” para militarizar o estreito de Ormuz agravará a crise num corredor que escoa cerca de um quinto do petróleo mundial.

  • Em resumo: Teerã diz que reação será inevitável se a ONU autorizar força naval proposta pelo Bahrein.

Resolução do Bahrein emperra e gera impasse diplomático

A votação do texto que permitiria a países atuarem isoladamente ou em coalizões para proteger navios comerciais foi adiada sem nova data. A minuta autoriza “todos os meios defensivos necessários”, inclusive uso de armas por seis meses no estreito e em águas adjacentes, segundo informações da Reuters.

“Qualquer ação provocadora por parte dos agressores e seus apoiadores, inclusive no Conselho de Segurança da ONU, não fará mais do que complicar a situação”, afirmou Araghchi.

Tensão renovada em rota vital revive memórias de crises anteriores

Não é a primeira vez que o estreito, com apenas 33 km no ponto mais estreito, vira peça-chave de uma disputa global. Em 2019, petroleiros foram atacados e Londres chegou a mobilizar destróieres para escolta. Analistas veem semelhanças com a Operação Sentinel, lançada pelos EUA para dissuadir o Irã. O bloqueio quase total imposto por Teerã após bombardeios recentes de Estados Unidos e Israel já pressiona preços de petróleo e GNL, afetando cadeias de suprimento que ainda se recuperam das disrupções pós-pandemia.

O que você acha? A ONU deve arriscar uma ação militar ou buscar saída diplomática? Para mais detalhes, acesse nossa editoria de Mundo.


Crédito da imagem: Divulgação / Reuters





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