Ameaça dentro da sala de aula reacende debate sobre violência escolar
A polícia turca – Investiga um ataque armado em uma escola da cidade de Konya que deixou ao menos 16 pessoas feridas, entre alunos e funcionários, nesta terça-feira. O suspeito, um ex-aluno de 18 anos, invadiu o prédio com uma espingarda pouco antes do intervalo das aulas.
- Em resumo: Jovem de 18 anos entrou com espingarda na escola e disparou contra estudantes, deixando 16 feridos.
Tiroteio em pleno horário de aula e reação imediata
Segundo a agência Reuters, o atirador efetuou múltiplos disparos nos corredores antes de ser contido por agentes que patrulhavam a região. Testemunhas relatam que o pânico se espalhou em segundos, com alunos se trancando em salas e professores acionando alarmes de emergência.
“Ele entrou sem dizer uma palavra e começou a atirar. Jogamos cadeiras contra a porta até a polícia chegar”, disse uma professora à imprensa local.
Escalada de violência escolar e resposta governamental
Ataques armados em centros educacionais são raros na Turquia, mas vêm crescendo: registros oficiais apontam três ocorrências semelhantes desde 2021. Especialistas atribuem o aumento ao fácil acesso a armas de caça – categoria que, pela lei turca, exige menos burocracia do que armamentos de uso restrito.
O Ministério da Educação anunciou a instalação de detectores de metal em escolas de 15 províncias até o fim do ano e a criação de uma linha direta com a polícia para denúncias anônimas. Organizações civis, porém, criticam a medida como paliativa e cobram programas de saúde mental para adolescentes.
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Crédito da imagem: Divulgação / Reuters