O que muda na prática com a Resolução 667 do Contran?
Contran – Desde 2021, a troca de lâmpadas halógenas por emissores de LED em veículos que saíram de fábrica sem essa tecnologia corre o risco de infração grave, multa e até retenção do carro, alerta a autarquia.
- Em resumo: Alterar o farol original sem CSV pode gerar multa de R$ 195,23 e cinco pontos na CNH.
Potência menor, luz mais forte: por que o LED seduz motoristas
Com consumo entre 25 W e 35 W contra os 55 W das lâmpadas H4 ou H7, o LED entrega até 6 000 lúmens e temperatura de cor próxima de 6 000 K. A eficiência energética agrada, mas requer duplo cuidado: compatibilidade elétrica e foco óptico. Segundo testes citados pelo Canaltech, a instalação sem módulo Canbus engana a ECU e acende aviso de lâmpada queimada.
“Se a placa de LED não replica a posição milimétrica do filamento, a linha de corte é destruída, provocando ofuscamento perigoso”, adverte manual técnico de fabricantes de iluminação automotiva.
Quando é permitido e quanto custa manter o conjunto regular
Modelos já homologados podem adotar reposição OEM, mas a oficina deve seguir protocolo: desligar a bateria, instalar o Canbus, garantir dissipação térmica e alinhar o feixe a –1,0 % no regloscópio. A vida útil projetada chega a 30 000 h, porém um par de qualidade custa de R$ 300 a R$ 800. Fora da lei, além da penalidade de R$ 195,23 prevista no art. 230 do CTB, o motorista pode arcar com guincho e reaprovação em vistoria.
O que você acha? Vale o investimento em LED homologado ou é melhor manter a lâmpada original? Para mais conteúdos de tecnologia automotiva, acesse nossa editoria especializada.
Crédito da imagem: Divulgação / Jovem Pan