DNA encontrado na casa da vítima vira ponto-chave da investigação
Polícia Civil do Rio Grande do Sul confirmou recentemente que o material genético recolhido na residência de Silvana Germann Aguiar pertence a ela e ao pai, Isail Aguiar, reforçando a suspeita de feminicídio seguido de duplo homicídio que já dura mais de 80 dias em Cachoeirinha.
- Em resumo: exame de DNA conecta o policial militar preso às três vítimas desaparecidas.
Como o laudo de sangue muda o rumo do caso
O resultado pericial ampliou a pressão sobre o principal suspeito, o policial militar Cristiano Domingues Francisco, detido preventivamente. Segundo a corporação, o conflito envolvendo a guarda do filho que ele tem com Silvana e disputas patrimoniais sustentam a motivação do crime. Veículos locais, como o Correio do Povo, apontam que investigadores agora trabalham com a hipótese de ocultação de cadáver para dificultar buscas.
“Diante de toda a prova técnica, a chance de encontrarmos as vítimas com vida é considerada mínima”, destacou em nota a delegada responsável.
Interferência externa e o risco de fraude processual
Além do PM, outras três pessoas entraram na mira: uma parente especialista em TI suspeita de apagar arquivos na nuvem; outro familiar que teria deletado imagens de câmeras de segurança; e um possível cúmplice investigado por falso testemunho. Segundo dados da Secretaria de Segurança Pública, casos de feminicídio no Estado aumentaram 15% em 2023, tendência que acende alerta para crimes que começam como violência doméstica e terminam em assassinato.
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Crédito da imagem: Divulgação / Polícia Civil RS