Custo extra e prazos mais longos preocupam quem planeja dirigir
Carteira Nacional de Habilitação (CNH) – A partir de julho de 2026, qualquer candidato às categorias A (moto) e B (carro) precisará apresentar um exame toxicológico, exigência que pode atrasar e encarecer a primeira habilitação.
- Em resumo: teste antidrogas entra no processo, vale por 90 dias e reprova quem tiver consumo recente.
O que muda com a nova regra toxicológica
Até agora, o exame era restrito a caminhoneiros e motoristas de ônibus, mas a lei aprovada no Congresso amplia a obrigatoriedade para todos os futuros condutores. De acordo com dados citados pelo G1, o governo espera reduzir acidentes provocados por uso de substâncias ilícitas.
“A medida faz parte de uma lei aprovada recentemente, com o objetivo de aumentar a segurança no trânsito e reduzir acidentes causados pelo uso de substâncias ilícitas.”
Quanto vai custar e quem pode ser barrado
O valor do exame, cobrado em laboratórios credenciados, varia entre R$ 150 e R$ 250, segundo o mercado. Se o resultado for positivo para maconha, cocaína, anfetaminas ou opiáceos, o candidato fica impedido de obter a CNH por um período que pode chegar a três meses, até apresentar um laudo negativo.
Especialistas alertam que o novo teste adiciona, em média, duas semanas ao calendário das autoescolas: tempo para coleta, envio da amostra e liberação do resultado. O impacto financeiro e logístico deve ser maior em regiões onde há menos laboratórios habilitados, pressionando quem precisa da carteira para oportunidades de trabalho ou mobilidade diária.
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Crédito da imagem: Divulgação / Agência GBC