Pesquisas internas vão filtrar os nomes mais competitivos
PL – O partido deu a largada em um processo seletivo de 60 dias para escolher quem comporá a chapa presidencial de Flávio Bolsonaro, prometendo bater o martelo até junho e, assim, turbinar a campanha antes do início oficial da corrida eleitoral.
- Em resumo: Progressistas dirige a lista de candidatos e testará cada perfil em pesquisas de opinião.
Mulheres religiosas surgem como favoritas na primeira rodada
Nesta fase inicial, o Progressistas (PP), presidido por Ciro Nogueira, aposta em figuras femininas de forte apelo religioso, como as deputadas federais Simone Marquetto e Clarissa Tércio. A movimentação espelha a estratégia da direita de ampliar diálogo com o eleitorado conservador — segmento que, segundo levantamento da Reuters, permanece decisivo nas disputas nacionais.
“A tendência é que o posto fique com o Progressistas (PP)… todos os nomes testados são da legenda”, aponta a coordenação de campanha.
Empresariado e agronegócio sustentam opções de reserva
Se a fórmula feminina não alavancar a intenção de voto, a campanha mantém no radar Romeu Zema (NOVO), ex-governador que dialoga com o setor produtivo, e a senadora Tereza Cristina (PP), referência do agronegócio — setor que representa cerca de 24% do PIB brasileiro, de acordo com dados do Ministério da Agricultura. Ambos servem como “plano B” para captar apoio financeiro e regional, especialmente em Minas Gerais e no Centro-Oeste.
O que você acha? A escolha de um vice ligado ao campo religioso será suficiente para ampliar a base eleitoral de Flávio Bolsonaro? Para mais análises sobre bastidores de Brasília, acesse nossa editoria de Política.
Crédito da imagem: Divulgação / Jovem Pan