Tragédia doméstica reacende alerta sobre segurança em piscinas particulares
Antonella Beatriz Yegros Lopez, 3 anos, não resistiu às complicações de um afogamento ocorrido na piscina da casa da família em Vila Lângaro, norte do Rio Grande do Sul, e faleceu na manhã de 21 de maio no Hospital Santo Antônio, em Tapejara.
- Em resumo: Criança foi socorrida, mas morreu no dia seguinte; escola e município decretam luto.
Socorro imediato e protocolos de emergência não evitaram a perda
Familiares retiraram Antonella da água e acionaram a ambulância municipal, que percorreu pouco mais de 20 km até Tapejara. Mesmo com manobras de ressuscitação avançada, a equipe médica confirmou o óbito na manhã seguinte. Conforme levantamento do G1, afogamentos são a segunda causa de morte acidental entre crianças de até 4 anos no Brasil, ficando atrás apenas dos acidentes de trânsito.
“Que as memórias felizes, o sorriso espontâneo e a pureza de Antonella tragam acalento a todos nós”, lamentou a Escola Margarida Fiori Tognon, onde a menina cursava o Nível III, turno da manhã.
Número crescente de afogamentos infantis exige medidas preventivas
Dados do Sistema de Informações sobre Mortalidade indicam que, somente em 2023, mais de 500 crianças brasileiras morreram em ambientes aquáticos domésticos. Especialistas recomendam cercas de isolamento de 1,20 m ao redor de piscinas, tampas de ralo antivácuo e aulas de natação infantil como estratégias eficazes para reduzir o risco.
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Crédito da imagem: Divulgação / Arquivo de família